terça-feira, 19 de agosto de 2014

Que mais ninguém vire estatística em Balsas.


Por meio desta, manifestamos nossa indignação pela morte de varias pessoas nos últimos dias, vítimas brutais, da hedionda e repulsiva violência. Nada ameniza a dor dilacerante das famílias, a quem nos unimos em solidariedade e orações.
A sociedade e seus representantes em todas as esferas, não podem se silenciar diante da gravíssima onda de violência que vem afrontando a cidade de Balsas - MA, agredindo cidadãos e cidadãs, e que vitima nossos jovens constantemente.
“Saber escolher é humano” decidir entre proteger a vida ou extingui-la, também deveria ser humano, entretanto têm sido decisões desumanas. Por que: 
Ninguém tem o direito de violar as leis da própria natureza, afinal isso destrói a nossa natureza humana, nos enfraquece, tira o nosso brilho do olhar, e uma parte humana de você irá com aquele que você violentou, feriu ou matou.
Todos têm o dever e o direito de se proteger e proteger o outro com todos os atributos que nos torna Seres Humanos: o uso da PALAVRA, de se comunicar. 
Temos o dever de sermos sábios perante a violência, porque ela divide, separa, destrói, fere e mata o corpo e a alma. 
Ninguém tem o direito de tirar a vida, porque isso fere os princípios da morte. Somente Deus pode decidir que chegou nosso fim e não um ser tão cheio de pecados e defeitos como nos.
assim sendo, pessoas de bem, vêm a público manifestar sua indignação e tristeza pela maneira brutal com que mais um jovem, foi assassinado na tarde deste ultimo domingo dia 17 de agosto em nossa cidade, a certeza de impunidade é eminente, e isso parece ter se tornado regra. Esperamos que a nossa impotência frente à perda irreparável de todas as vitimas não venha calar o nosso clamor por JUSTIÇA. 
Exigimos das nossas autoridades todo empenho na investigação e punição aos culpados destes crimes como forma de restaurar a dignidade não só daqueles que conviviam com as vitimas, seus pais, seus amigos, colegas, mas de toda sociedade, que se vê a mercê de tamanha barbárie. Estamos, na condição de cidadãos, solicitando aos órgãos de segurança do Estado e da União para que colaborem no que for possível em quaisquer ações que se façam necessárias para coibir a violência em nossa cidade.
Por fim, estamos em um ano eleitoral, peço a Governadora Roseana Sarney, ao prefeito Luiz Rocha Filho, aos candidatos, ao futuro líder do Estado que olhe para nossa cidade, que enxergue que estamos indefesos em meio a tantos atos de violência, que tem se tornado constante e sem nenhuma posição mais dura e rígida da lei. Queremos PAZ, queremos nossos DIREITOS assegurados, direitos de poder ir e vir tendo a certeza que estamos um pouco mais seguros, que não retrocedemos a era das cavernas. Pedimos a todos que não espere isso acontecer com alguém de sua Família para poder se manifestar, manifeste-se, peça, suplique, chore as lagrimas da solidariedade, afinal aquele velho ditado diz que a “UNIÃO faz a FORÇA”.

#queremospaz

domingo, 15 de junho de 2014

Copa equivale a um mês de gastos com educação


Alvo principal dos protestos de rua e das greves que tem gerado caos nas principais capitais do país, os gastos públicos com a Copa do Mundo no Brasil representam uma pequena parcela do orçamento.
De acordo com previsões oficiais, foram investidos dos governos federal, estaduais e municipais R$ 25,8 bilhões no evento. O valor seria o equivalente a 9% das despesas públicas anuais em educação, de R$ 280 bilhões – ou um mês de gasto com o setor.
Em outra comparação, o investimento se aproxima dos R$ 30 bilhões gastos com a usina de Belo Monte (PA), a maior obra de infraestrutura financiada pelo governo.
Fonte: Folha de São Paulo.
É meus amigos em período de copa do mundo é tudo muito bonito, torce pela seleção e tudo mais, entretanto os gatos com o evento de foto foram exorbitantes, no começo do projeto o orçamento erra um valor muito menor, entretanto como tudo no brasil o valor final da obra é quadruplicou, e quando sabemos que esse valor poderia ter sido investido em saúde, educação ou segurança.

Como ajudar seu filho na hora da lição de casa?




Achei o texto da Luciana Fleury muito interessante e ajuda muitos pais na hora de ajudar os filhos a fazerem o dever de casa, lembrando que o dever de casa reforça o ensino adquerido na escola.


Sabe qual é a melhor maneira de descobrir se o seu filho está indo bem na escola? Acompanhando a lição de casa dele. Ao participar do dia a dia escolar de seu filho, você consegue perceber se ele está aprendendo o que deveria durante o decorrer do ano. Assim, se perceber que as dúvidas estão se acumulando, você pode procurar a ajuda da escola. 

Outra vantagem de saber o que seu filho está estudando é aproveitar para mostrar como tudo aquilo que ele está vendo na escola têm relação com o cotidiano. Como uma reportagem no telejornal sobre a seca, por exemplo. Se seu filho está estudado sobre os efeitos da falta d´água na agricultura, é um bom momento para comentar e deixar que ele fale o que sabe sobre o assunto. "Quando isso acontece, o aprender passa ser algo gostoso, estimulante. E quando a criança descobre o prazer de aprender o interesse pela escola aumenta", afirma a psicóloga Danila Secolim Coser.

Por isso, vale a pena valorizar a hora da lição e criar um ambiente motivador e favorável ao aprendizado. Confira as dicas do que fazer antes, durante e depois da hora da lição compiladas de entrevistas com: Danila Secolim Coser, psicóloga; Heloisa Padilha, educadora e psicopedagoga; Fátima Regina Pires de Assis, professora de graduação e pós-graduação do curso de Psicologia da PUC-SP; Rose Mary Guimarães Rodrigues, docente do curso de Pedagogia da Unitri (Centro Universitário do Triângulo). Todas as entrevistadas possuem pesquisas ou trabalhos acadêmicos sobre Lição de Casa.

ANTES
1. Entenda seu filho 
Uma grande ajuda na hora da lição de casa é saber o que motiva e o que desanima seu filho. Por exemplo, será que ele gosta que você fique por perto ou prefere privacidade? Será que você precisa que você ajude-o a organizar por qual matéria começar ou ele quer decidir isso sozinho? 

2.Defina as regras em comum acordo 
Converse com seu filho e estabeleçam - juntos - como será a rotina para a lição. Onde será feita, em qual horário, etc. Deixe que ele explique suas preferências e seja flexível. Por exemplo: ele não quer perder o programa de TV favorito. Ajustem o horário de modo que ele tenha este direito garantido. Direito que ele perde se não terminar a tarefa a tempo (caso o combinado seja fazer antes) ou se não desligar a TV logo depois (para ir logo se dedicar à lição). 
Lembre-se: o ideal é não alterar a rotina, mas, se for o caso, explique o motivo da mudança. 

3. Organize o lugar 
Escolham - juntos - o local onde a lição será feita. Mas garanta que ele esteja arrumado e limpo na hora combinada. Se for a mesa da cozinha, por exemplo, nada de alimentos ou pratos na hora da lição, hein? 
Lembre-se: o bem-estar é superimportante. Verifique a temperatura do ambiente, a iluminação, a ventilação. Quanto mais confortável ele estiver, melhor! 

4. Acabe com a distração 
Desligue a televisão e o rádio e tente eliminar - ou diminuir -outros sons que atrapalhem a concentração. Ajude seu filho a se concentrar na tarefa! 

5. Fique de olho na disposição dele 
Na hora da lição, seu filho precisa estar bem disposto. Ou seja: não pode estar cansado, com fome, irritado, distraído... O melhor neste caso é resolver o problema primeiro. E isso vale para você também! Resolva essas questões antes de começar! 

6. Confira se todo o material necessário está disponível 
Parar a lição para procurar onde está o lápis de cor, a régua ou o dicionário só ajuda a tirar o foco da tarefa. Organize tudo antes de começar para não haver dispersão!


DURANTE
7. Respeite o momento 
Todos em casa devem saber que a lição está sendo feita e contribuir, evitando interrupções, barulhos desnecessários ou ações que tirem a concentração e o foco de quem está estudando. 

8. Veja se seu filho sabe o que é para ser feito 
Pergunte se ele tem dúvidas sobre o que o professor pediu para fazer e coloque-se à disposição para ajudá-lo. 

9. Auxilie em caso de dúvidas 
Se seu filho tiver uma dúvida, ajude-o. Mas não responda por ele. Sugira que ele procure exemplos parecidos no livro ou no caderno, ou então, ajude-o a pensar sobre o assunto até que ele chegue à sua própria conclusão. 

10. Ocupe-se com coisas parecidas 
Enquanto ele faz contas, que tal dar uma olhada no orçamento? Se ele vai produzir um texto, aproveite para fazer alguma anotação. O ideal é não parecer que se está fazendo algo mais interessante do que ele - como jogar no computador, por exemplo, ou ver TV. 

11. Incentive-o a rever a lição 
Olhar a lição de novo depois de terminada é uma boa prática. Se ele pedir para você rever com ele, valorize o esforço e não aponte diretamente os erros. Caso encontre coisas incorretas e perceba que ele tem condição de localizar o erro, estimule-o comentando. "Que tal rever este trecho ou esta conta, veja se está tudo certo ou se encontra algo errado?". Elogie-a se ele encontrar o problema e jamais brigue se isso não ocorrer.


DEPOIS
12. Veja se a lição foi corrigida 
Será que a lição de casa foi corrigida? A falta de correção da lição pode desestimular seu filho. Afinal, ele pode entender que de nada valeu tanto esforço. Caso isso se repita sempre, é interessante conversar na escola - com o professor ou com o coordenador. 

13. Elogie os acertos e não aponte os erros 
Seu filho acertou todos os exercícios da lição passada? Ele merece que você lhe dê parabéns! Mas se errou muitos, nada de briga. Pergunte se, com a correção do professor ele entendeu porque errou. Se a resposta for negativa, estimule-o a tirar dúvidas diretamente com o professor. E acompanhe. 

14. Informe o professor em caso de dificuldade 
Seu filho deveria ter condição total de fazer a lição de casa sem achá-la muito difícil ou complicada. Afinal, se a lição foi passada, é porque o professor já explicou aquele conteúdo. Às vezes pode ser apenas uma dificuldade pontual e neste caso, estimule seu filho a tirar dúvidas com o professor. Caso isto se torne frequente, o melhor é ir até a escola para identificar onde está o problema.
Educar Para Crescer

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O que não dizer a seus filhos

LIMITES

13 coisas que você não deve dizer ao seu filho

Nem sempre a mensagem que os pais passam é aquela entendida pelas crianças. Saiba como e por que é preciso escolher bem as palavras antes de dar broncas e falar com o seu filho

16/05/2014 16:40
Texto Stephanie Kim Abe

Esse aqui é o brincalhão da família. Só sabe contar piadinhas e fazer os outros rirem!". Quem nunca ouviu pais apresentarem os filhos dessa maneira? É muito normal isso acontecer, seja por acharem uma forma carinhosa de descrevê-los ou seja no sentido de tirar o sarro das crianças em frente aos amigos.

O que nem todos os pais percebem é que, nessa simples apresentação dos filhos para desconhecidos, eles podem estar colocando rótulos expectativas que muitas vezes confundem e deixam os filhos inseguros. "A criança, de alguma forma, pode entender que é só isso que os pais esperam dela", explica Rosana Augone, psicóloga com especialização em psicodrama pedagógico, psicomotricidade e psicopedagogia. 

Não é só nesse tipo de situação que o que é dito pelos pais é mal interpretado pela criança. É comum errarem a mão nas comparações, quando premiam os filhos para que eles obedeçam ou mesmo tentando evitar que eles se frustrem com uma ideia mirabolante. Esses casos demonstram a importância da forma de dizer as coisas e a necessidade de medir palavras e ter controle na hora de dar bronca ou impor limites para os filhos. 

"Quando o pai tem esse tipo de fala não faz isso porque não gosta do filho. É uma situação em que ele está querendo educar, está querendo dar um limite, dar uma referência para que ele não possa fazer algumas coisas e possa fazer outras", explica Luciana Fevorini, diretora escolar do Colégio Equipe. Os pais podem mesmo não chegar a dizer "Eu não gosto de você" ou "Você não está à altura do que eu espero", mas se a atitude passar essa mensagem é como o filho vai entender.

O que sempre falar?

Para as crianças, é difícil separar os elogios e as broncas dos sentimentos. Por isso, as especialistas chamam atenção para a maneira de elogiar e dar limites aos filhos. "Não o critique o tempo todo, nem coloque exigências ou expectativas acima da capacidade dele", explica a educadora, escritora e ex-consultora do MEC Andrea Ramal, em seu livro Filhos bem-sucedidos (Editora Sextante). 

Ela também aconselha a não ficar elogiando sempre a inteligência ou o talento - mas sim os esforços da criança. "Sempre que tiver de elogiar, priorizar o elogio pelo esforço do que pelo resultado", explica Andrea. A ideia é desenvolver a mentalidade de autossuperação e persistência na criança, para que ela possa crescer com autoestima e confiança.

A especialista também alerta para a necessidade de explicitar o amor pelo filho, para que ele saiba que é amado, já que isso aumenta a motivação e o desejo de aprender. "É preciso dar carinho e amor diretamente, falar ‘eu amo você, você é meu filho querido’. Há muitos pais que não dizem isso", alerta a psicóloga. O mais importante é que isso seja dito de forma verdadeira, carregado de sentido - e não jogado a qualquer momento a ponto de se tornar algo banal (veja mais sobre isso no item 13). 

Como não falar errado? 

O que leva os pais a soltarem frases inapropriadas para os filhos é o momento de tensão, impaciência e descontrole - o que Luciana Fevorini chama de "bronca emocional". O pai quer dar um limite para o filho, está insatisfeito com o seu comportamento ou resultado, e essa situação o aborrece emocionalmente. 

Rosana Augone também alerta para a necessidade de reprimir a situação antes que ela chegue a um limite que não há mais controle - momento esse em que os pais soltam as frases absurdas como "eu vou matar você!". "Eu brinco sempre que há na relação com o seu filho um ponto X - que a mãe sabe exatamente qual é - que começa a dar errado. Ou porque a criança começa a fazer aquilo errado, que vai dar naquilo que sempre deu, ou você começa a ficar irritada com aquilo e vai acabar tendo um ‘chilique’. Eu chamo de ponto X do ‘chilique’", explica a psicóloga.

Esse autocontrole é importante para não deixar o emocional falar mais alto do que o racional na hora da bronca. "Uma coisa importante nessa relação é conseguir explicar o que eles devem fazer melhor não com a raiva do momento, mas que os pais possam dar esses limites já distanciados da emoção", diz Luciana Fevorini.

Para Andrea Ramal, a questão vai além da emoção do momento, e requer dos pais ter em mente que estão educando os filhos o tempo todo. "O que leva a isso é ignorar que toda situação é educativa em casa. Os pais acham que só estão educando quando dão uma bronca, ou quando vão ler um livro com a criança. A hora do almoço é uma hora educativa, a hora de levar para a escola é educativa, em tudo o que os pais falam eles estão educando, transmitindo valores, reforçando posturas", explica.

Daí que em situações corriqueiras, frases como "Que ideia idiota!", "Você é muito bobo!", "Eu não vou gostar nem um pouco de você se você fizer isso!" podem levar o seu filho a ser agressivo e mal interpretar as intenções dos pais. Em seu livro Filhos bem-sucedidos (Editora Sextante), a psicóloga Andrea Ramal explica que é preciso conhecer e aplicar técnicas adequadas de motivação para que as mensagens dos pais não tenham esse efeito inverso. 

Veja uma lista dessas frases, o que o seu filho entende por elas e qual a melhor maneira de passar essas mensagens sem desmotivá-lo:

domingo, 2 de janeiro de 2011

As vantagem de ser Otimista



Eu sempre leio muito, seja livros, revista, bula de remédio, enfim, leio de tudo é um habito e uma dica de livro bem legal, é do autor Allan Percy, o titulo por si já fala bastante sobre a abordagem, eu recomendo.
As vantagens de ser otimista, o objetivo deste livro é mostrar como podemos estimular os pensamentos positivos e encarar a vida com mais leveza e tranquilidade. Para isso, Allan Percy nos oferece um ‘kit de sobrevivência’ que contém os seguintes itens – - Doze estratégias rápidas para lubrificar as engrenagens da positividade. – Ensinamentos e aforismos de grandes pensadores para nos ajudar a ver o lado bom da vida. – Uma mudança de perspectiva para transformar os pensamentos negativos em positivos. – Doze histórias inspiradoras de pessoas que conquistaram seus objetivos, mesmo quando tudo parecia indicar que iriam fracassar. – Uma breve visão científica de três amigos do otimismo – a cozinha energética, as endorfinas e o hipérico (ou erva-de-são-joão).
Essas ferramentas nos permitem escolher o estado de espírito com que queremos viver. Se optarmos pelo otimismo, continuaremos tendo dias bons e dias ruins, mas seremos capazes de superar os obstáculos sem desanimar. Essa é uma das maiores vantagens de ser otimista.

Exercícios físicos e educação

Oi pessoal hoje estava zapeando pelos sites de educação encontrei o site da Educação Adventista e acabei lendo um texto muito legal sobre a relação dos estudos e o desempenho estudantil com a pratica saudável de exercícios físicos então resolvi compartilhar com vocês, o texto foi escrito por Liliam Martins Laroca.


Quer aprender? Mexa-se!
Sempre escrevo sobre hábitos de estudo, atenção, organização, resumos, revisões... Tudo isso é realmente muito importante para a aprendizagem. Hoje, porém, vou dizer que, se quer ter sucesso, você deve abandonar os livros e cadernos.
Calma! Não abandone os livros definitivamente! No entanto, separar um pouco de seu tempo para realizar atividades físicas pode contribuir para o bom processamento da informação. Elas ativam e melhoram a percepção, aprendizagem, memória, atenção, vigilância, raciocínio e solução de problemas.

Segundo as pesquisas, os exercícios que causam esse efeito são os aeróbios – caminhada, corrida, natação, ciclismo. Já se sabia que, de forma simplificada, eles aumentam a capacidade do coração, do pulmão e do sistema circulatório. Com isso, uma quantidade maior de oxigênio chega aos músculos e órgãos, inclusive ao cérebro.

Mas a grande descoberta dos pesquisadores é que, além dos benefícios já mencionados, o exercício aeróbio faz o corpo liberar hormônios e neurotransmissores envolvidos na memória e aprendizagem, acelera os processos cognitivos já mencionados e ainda é considerado um fator chave para a produção de neurônios (células do sistema nervoso) nas regiões do cérebro relacionadas a essas funções. Ele também tem a capacidade de aumentar a quantidade de vasos sanguíneos no cérebro (angiogênese).

Além desses benefícios para as funções cerebrais, é comprovado o fato de que as pessoas que praticam exercícios aliviam o estresse e a ansiedade. Devido à liberação de endorfinas, o cérebro consegue uma sensação de bem-estar e, como você sabe, quando nos sentimos bem, nossa capacidade de produção melhora significativamente.



Para ter esses benefícios, basta praticar exercícios aeróbios três dias por semana, de trinta a sessenta minutos por dia. Siga as dicas para iniciar esse ótimo hábito:
  1. Comece escolhendo algo que você goste: patinação, ciclismo, natação, corrida... O mais importante é que seja uma atividade que faça você se sentir bem. Se preferir, reveze as atividades.
  2. Se você é realmente sedentário, não precisa começar exagerando. Inicie com 15 minutos por dia e vá aumentando o tempo aos poucos.
  3. A intensidade também é importante. Não force seus limites logo no começo. Treine em um ritmo que seja confortável, que não o deixe ofegante. Aos poucos, você será capaz de aumentar a velocidade das atividades.
  4. Beba água durante todo o treino. Hidratar o corpo é muito importante para que seu cérebro e seu corpo funcionem normalmente. Mantenha por perto uma garrafinha e abuse da água.
  5. Com o auxílio e a orientação de um educador físico (peça umas dicas ao professor de Educação Física da escola), aprenda a fazer exercícios para aquecer seu corpo antes de iniciar a atividade aeróbia. Quando estiver terminando, reduza o ritmo aos poucos.
Entretanto, os exercícios não devem ser praticados em excesso. O abuso da atividade física, ao invés de produzir bons resultados, causa esgotamento físico e mental, e a incapacidade de realizar as tarefas diárias normalmente.
Fica a dica: utilize a combinação estudo e exercícios, e prepare-se para comemorar as boas notas!
Referências:
Disponível em: <http://www.cerebromelhor.com.br/blog/template_permalink.asp?id=160>. Acesso em: 16 jul. 2012.
Disponível em: <http://www2.uol.com.br/vyaestelar/atividade_fisica_cerebro.htm>. Acesso em: 16 jul. 2012.
Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/%0D/rbme/v12n2/v12n2a11.pdf>. Acesso em: 16 jul. 2012.
ANTUNES, Hanna KM; SANTOS, Ruth F; CASSILHAS, Ricardo; SANTOS, Ronaldo VT; BUENO, Orlando FA; MELLO, Marco Túlio.Exercício físico e função cognitiva: uma revisão. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 12, n. 2, mar/abr 2006.

Recomendações para inclusão no contexto escolar


Inclusão no contexto escolar
De acordo com a Organização dos Estados Ibero-americanos OEI (2008), a integração dos portadores de necessidades especiais no sistema de ensino regular é uma diretriz constitucional (art. 208, III), fazendo parte da política governamental há pelo menos uma década. Mas, apesar desse relativamente longo período, tal diretriz ainda não produziu a mudança necessária na realidade escolar, de sorte que todas as crianças que tenham necessidades especiais, no caso da deficiência auditiva e a necessidade de inclusão dessa criança sejam atendidos em escolas regulares, sempre que for recomendado pela avaliação de suas condições pessoais.
            A concepção da política de integração da educação especial na rede regular de ensino abrange duas vertentes fundamentais. O âmbito social, a partir do reconhecimento das crianças, jovens e adultos especiais, nesse caso das crianças da educação infantil, como cidadãos e de seu direito de estarem integrados à sociedade o mais plenamente possível e do outro o âmbito educacional, tanto nos aspectos administrativos (adequação do espaço escolar, de seus equipamentos e materiais pedagógicos) quanto na qualificação dos professores e demais profissionais envolvidos.
            O ambiente escolar como um todo deve ser sensibilizado para uma perfeita integração. Propõe-se uma escola integradora, inclusiva, aberta à diversidade dos alunos, no que a participação da comunidade é fator essencial. Entre outras características dessa política, são importantes a flexibilidade e a diversidade, quer porque o espectro das necessidades especiais é variado, quer porque as realidades são bastante diversificadas no país.
Se para Lima (2005 p.99) Inclusão se entende como a garantia a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade, sociedade essa que deve estar orientada por relação de acolhimento à diversidade humana, de aceitação das diferenças individuais, de esforço coletivo na equitação de oportunidades de desenvolvimento, com qualidade, em todas as dimensões da vida.
Sobre isso percebemos que desde alguns anos atrás nossos representantes no governamentais, vêm se preocupando para à introdução da criança com deficiência auditiva na sociedade, a educação especial foi garantida e ganhou teor de lei, como forma de beneficiar a todos que precisam desse tipo de ensino.
Foram criados uma série de normas que seguiam parâmetros nacionais para as implementação e estruturação de escolas e também para a capacitação de professores e demais profissionais que iriam lidar com as mais diversas formas de deficiências, no caso da deficiência auditiva os profissionais devem ser capacitados em Libras (língua brasileira de sinais) afim de possibilitar a comunicação com o aluno.
Uma controvérsia explícita e que ao longo do processo de implantação da Educação Especial no caso do Maranhão, houveram inúmeras mudanças na liderança de controle dessa educação o que provocou uma espécie de estagnação no processo de desenvolvimento desse projeto, se não bastasse a educação básica tomou rumo ao isolamento com a educação especial cada um aplicando seus projetos e programas separadamente. (QUIXABA, 2006).
Mesmo com todas as adversidades que essas condições impunham os estados e municípios da federação buscavam uma educação inclusiva que tinha como objetivo desenvolver métodos de ensino aprimorados e oferecer um ambiente adequado no meio escolar para a inclusão das crianças com deficiência auditiva.

Existem certas recomendações a respeito da integração dessas crianças no ambiente escolar, afim de garantir sua real inclusão nesse ambiente, que tem a finalidade de transmitir valores e conhecimento podemos listar;
  • ·        Adequação da escola para receber essas crianças.
  • ·  Capacitação dos professores afim de atender as crianças, no tocante as suas necessidades e desenvolvimento.
  • ·         Fazer a lei ser obedecida no que se refere a educação inclusiva.
  • ·         Procurar apoio em projetos criados como Plêiade que tinha a finalidade de promover a educação de crianças excepcionais.
  • ·       Atendimento educacional ao aluno com deficiência baseado no carinho e aceitação afim de proporcionar-lhe sua integração com a sociedade.
  • ·  Organização da escola para ações tomadas com base nas necessidades e peculiaridades locais.
  • ·         Ampliação e estruturação das escolas e da ética de seus colaboradores.
  • ·     Parceria da escola para implantar centros de apoio Pedagógicos para crianças com deficiência auditiva.
  • ·         Promover palestra com os alunos, comunidade e equipe escolar a respeito da inclusão.
  • ·    Promover e estimular a aprendizagem a respeito da língua brasileira de sinais, bem como apresentar professor que possa ensinar aos demais a si comunicar com os alunos que tenha deficiência auditiva.
  •     Solicitar a participação de profissionais de saúde como psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, afim de fortalecer o quadro de apoio escolar.

 Listamos algumas ações que podem de forma organizada melhorar a qualidade no atendimento a essas crianças, bem como a informação para os demais presentes no ambiente da educação regular, o que precisa ainda é buscar o apoio de todos que fazem a comunidade escolar, quer sejam, colaboradores, alunos e pais afim de que procurem aceitar as crianças com essas necessidades em sua escola, baseando-se no apoio e respeito.
  REFERÊNCIAS:
 LIMA, Priscila Augusta. Educação inclusiva. In: MIRANDA, G.V.; ANTUNES, Guia de estudo: educação inclusiva. Coleção Veredas, Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais. 2005.
Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial/MEC/SEESP. Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade. Material Formação Docente. Brasília. 2005.

QUIXABA, M. N. O. O Desenvolvimento Sociocultural por meio da dança, da musicalidade e da teatralidade: uma experiência de arte inclusão com alunos surdos. Inclusão: Revista da Educação Especial. Ministério da Educação e Cultura/Secretaria de Educação Especial, Brasília. 2006.


Organização dos Estados Ibero-americanos. Sistema Educativo Nacional do Brasil. Educação Especial. Disponível em: http://www.oei.es/quipu/brasil/ educ_especial.pdf. Acesso em: 20/04/2014.